Deputado José Airton Cirilo (PT-CE) com o Prefeito  Rondilson Ribeiro (PT) , Deputado Estadual Agenor Ribeiro  e o  secretário adjunto de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, João Bertolino Neto em seu gabinete em Brasília na Câmara dos Deputados.

Deputado José Airton Cirilo (PT-CE) com o Prefeito Rondilson Ribeiro (PT) , Deputado Estadual Agenor Ribeiro e o secretário adjunto de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, João Bertolino Neto em seu gabinete em Brasília na Câmara dos Deputados.

Deputado José Airton Cirilo (PT-CE) reuniu o Prefeito Rondilson Ribeiro (PT) , Deputado Estadual Agenor Ribeiro e o secretário adjunto de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, João Bertolino Neto em seu gabinete em Brasília na Câmara dos Deputados.

O Secretário adjunto da Senaes, João Neto, fez uma explanação dizendo que o Ministério do Trabalho tem recursos e interesse em investir na preparação de mão-de-obra e na orientação sobre como comercializar o que for produzido.

O Deputado José Airton Cirilo (PT-CE) falou da necessidade de qualificação e união em cooperativa dos produtores de mandioca da região e que fará a intermediação entre a Prefeitura de Salitre para fazer projeto junto a UFC para ser concluído o mais breve possível para ser encaminhado ao Ministério do Trabalho. A meta, segundo ele, é a promoção de políticas públicas de Economia Solidária e do desenvolvimento territorial sustentável.

Deputado José Airton Cirilo (PT-CE) reuniu  com secretário adjunto de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, João Bertolino Neto e o seu assessor Alexandre Martins em seu gabinete em Brasília na Câmara dos Deputados

Deputado José Airton Cirilo (PT-CE) reuniu com
secretário adjunto de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, João Bertolino Neto e o seu assessor Alexandre Martins em seu gabinete em Brasília na Câmara dos Deputados

A Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Enquanto na economia convencional existe a separação entre os donos do negócio e os empregados, na economia solidária os próprios trabalhadores também são donos. São eles quem tomam as decisões de como tocar o negócio, dividir o trabalho e repartir os resultados.

São milhares de iniciativas econômicas, no campo e na cidade, em que os trabalhadores estão organizados coletivamente: associações e grupos de produtores; cooperativas de agricultura familiar; cooperativas de coleta e reciclagem; empresas recuperadas assumidas pelos trabalhadores; redes de produção, comercialização e consumo; bancos comunitários; cooperativas de crédito; clubes de trocas; entre outras.

Alguns princípios são muito importantes para a economia solidária. São eles:

Cooperação: ao invés de competir, todos devem trabalhar de forma colaborativa, buscando os interesses e objetivos em comum, a união dos esforços e capacidades, a propriedade coletiva e a partilha dos resultados;
Autogestão: as decisões nos empreendimentos são tomadas de forma coletiva, privilegiando as contribuições do grupo ao invés de ficarem concentradas em um indivíduo. Todos devem ter voz e voto. Os apoios externos não devem substituir nem impedir o papel dos verdadeiros sujeitos da ação, aqueles que formam os empreendimentos;
Ação Econômica: sem abrir mão dos outros princípios, a economia solidária é formada por iniciativas com motivação econômica, como a produção, a comercialização, a prestação de serviços, as trocas, o crédito e o consumo;
Solidariedade: a preocupação com o outro está presente de várias formas na economia solidária, como na distribuição justa dos resultados alcançados, na preocupação com o bem-estar de todos os envolvidos, nas relações com a comunidade, na atuação em movimentos sociais e populares, na busca de um meio ambiente saudável e de um desenvolvimento sustentável.
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